Revista Coop – Joias naturais

Matéria publicada na Revista Coop de Junho de 2017. Leia um treco da reportagem extraída da Revista Coop.

Joias naturais

Em época de valorização de produtos naturais ecologicamente corretos, elas se destacam como mais uma opção de consumo e comercialização.

“(…) Descarte Zero. Há 10 anos, o empresário Rodrigo Bolton também apostou no mercado de biojoias quando inaugurou a primeira loja da marca Ateliê Especiarias. Hoje a grife possui 16 endereços em 10 cidades espalhadas pelo Brasil e uma no Chile, na capital Santiago. As peças são sofisticadas, e a maioria é banhada em ouro e prata, o que dá um acabamento impecável a rinos, gargantilhas, pulseiras, colares e tantos outro acessórios.Revista Coop, Junho de 2017

‘Usamos vários materiais orgânicos, como seda, palhas de carnaúba, tucum, capim dourado, folhas, galhos de espécies brasileiras e, em especial, rochas que são totalmente aproveitadas, inclusive os retalhos provenientes do corte ou da lapidação’. explica Rodrigo. Todas as peças tem ótima demanda, segundo ele, mas as biojoias híbridas, compostas de materiais orgânicos e rochas, são as mais aceitas tanto no Brasil como lá fora. ‘Os gringos amam nossas rochas’, afirma. Os preços das peças oscilam entre R$ 60 e R$ 2.000, sendo os brincos de capim dourado mesclados com rochas nacionais e metais nobres os mais em conta. As mais caras são as gemas preciosas de águas marinhas com folhas eternizadas em ouro. ‘São peças lindas e únicas’, diz o empresário.

O objetivo da grife, como explica Rodrigo, é unir moda e sustentabilidade a fim de conscientizar o consumidor sobre a importância da preservação da biodiversidade nacional. ‘Na produção, adotamos o sistema Just in Time (manufatura enxuta),trabalhamos com descarte zero e só usamos produtos que podem ser absorvidos pela natureza’, diz, ao acrescentar que as peças são livres de resina, plástico e outros componentes químicos frequentemente utilizados por joalherias e fabricantes de semijoias. A matéria-prima vem principalmente de cooperativas localizadas no Maranhão, Tocantins e Rio Grande do Sul.(…)”

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