De Norte a Sul, as sementes em sua plenitude

Árvores de grande porte e que se proliferam pelas florestas brasileiras, em todas as direções, ou ainda espécies menores, geram sementes. Contudo, nem todas elas germinam (cerca de 95% delas morrem) e criam estratégias para disseminar o maior número de indivíduos e, assim, aumentar a sua possível continuidade.

Conjunto feito em rochas brasileiras e sementes de morototó
Conjunto feito em rochas brasileiras e sementes de morototó

Sementes, sementes e mais sementes. É assim que as árvores se organizam e se espalham por vezes em quilômetros, usando estratégias disseminadoras como a ação do vento, a água, os pássaros e outros animais. Algumas delas tem um período longo de dormência. Outras só realmente “acordam” quando ingeridas e dejetadas por certos animais. E ainda  daqueles 5% que germinam, apenas o mesmo percentual passam do primeiro ano de vida.

Elas também fazem parte dos cardápios de muito animais silvestres e até cultivadas pelos seres humanos para consumo: milho, feijão, trigo e arroz, por exemplo. Outras são base de medicamentos e são medicinais como a do cânhamo, a do chia, a do romã e a da linhaça.

Mas não pense que elas somente dão vida nova ou alimentam vidas em percurso. Em seus diversos tamanhos – da pequena mostarda à maior semente do planeta, da palmeira-do-mar – elas também ditam culturas, conhecimentos e tradições. De citações bíblicas a pensamentos budistas, elas são exemplo e sinônimo de fecundidade ou de germinação, transmutação, passagem.

A moda também as usa! Basta notar os adornos indígenas ou mesmo das primeiras biojoias criadas no período pré-colombianos. Pintadas ou mesmo em suas cores naturais, sementes emprestam seu luxo e requinte. Você pode conhecer a nossa coleção de biojoias em uma das nossas boutiques AteliêEspeciarias!

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